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Especial Discos Rígidos: Como escolher o melhor disco rígido externo

1. Introdução

Hoje em dia muitas pessoas pensam em oferecer ou adquirir um disco rígido externo para guardar fotos, armazenar informação importante, transferir dados de um computador a outro, etc. Por isso, para tomar a melhor decisão os técnicos do Laboratório as Recovery Labs, como expertos neste tipo de dispositivos, oferecem uma série de recomendações para optimizar a compra e escolher o melhor disco rígido externo.

O primeiro que temos de fazer é responder umas perguntas que ajudem a determinar a finalidade do uso do disco rígido externo. Deste modo, escolheremos um dispositivo adaptado às nossas necessidades reais em vez de optar pelo disco duro em promoção ou o último modelo com funcionalidades que provavelmente não utilizaremos. Por exemplo, precisamos muita capacidade ou na realidade não costumamos gravar muitos dados? Vamos a deslocar o disco de um lugar para o outro ou vamos usá-lo sempre na mesa de escritório de casa? Queremos partilhar os dados numa rede ou é para o nosso uso pessoal? Precisamos que o dispositivo seja especialmente rápido? Gostaríamos ver a informação do disco desde a TV?, etc.

2. Capacidade vs Preço

Na hora de escolher o melhor disco rígido externo é preciso também deter-nos neste aspecto. Uma das características que costumamos reparar é a capacidade do dispositivo. Normalmente, temos a idéia de “quanto maior for melhor será” ou “ é melhor sobrar que faltar”, mas devemos perguntar-nos se realmente precisamos de um disco rígido de grande capacidade. Neste sentido e, sempre pensando no futuro, estamos dispostos a pagar um elevado preço pelo disco rígido de maior capacidade do mercado, caso um dia precisarmos armazenar muita mais informação. Tendo em conta que a tendência habitual do mercado de armazenamento caracteriza-se pela redução constante e progressiva dos preços dos dispositivos, seria mais recomendável optar por uma alternativa mais econômica, escolhendo um disco rígido de uma capacidade menor, adequada sempre às necessidades reais do momento. Por isso, devemos ter claro o tipo de dados armazenados no dispositivo, já que não todos os formatos de ficheiros ocupam o mesmo. Por exemplo, as imagens, vídeos ou ficheiros de bases de dados ocupam muito mais espaço que os ficheiros de texto.

Outra questão importante, em relação à capacidade, é a organização da informação que armazenaremos no dispositivo. A tendência mais habitual, quando temos muito espaço livre no disco, é armazená-lo todo sem fazer seleção dos conteúdos realmente úteis. A nossa obsessão por guardar todo (baptizada em ocasiões como o Síndrome de Diógenes digital) poderia ser prejudicial. Ter um disco rígido com muita informação desnecessária abranda o processo de realização de cópias de segurança, dificulta a busca da informação útil e, além disso, no caso de sofrer uma perda de dados, poderia fazer mais laborioso e complexo o processo de recuperação da informação.

O conselho dos técnicos: escolha a capacidade adequada às suas necessidades reais, já que lhe permitirá adquirir dispositivos a preços mais acessíveis e desta maneira poderá organizar melhor a informação verdadeiramente importante.


Cómo elegir el mejor disco duro. Ejemplo de conexión USB.

Conexão USB para discos rígidos

Cómo elegir el mejor disco duro. Ejemplo puerto USB para discos duros

Porta USB para discos rígidos

3. Mobilidade Vs. Segurança

Se procurar um disco rígido que permita transportá-lo facilmente de um lado para o outro guardado numa capa do computador portátil ou do netbook, o melhor é um disco de 2.5’’ (como os incluídos normalmente nos computadores portáteis). Estes dispositivos alimentam-se e conectam-se por USB, são compactos, ligeiros e o reduzido tamanho os torna nos dispositivos perfeitos para transportar os dados com facilidade.

É claro que mover ou deslocar o disco torna-o mais propenso a receber golpes ou quedas e é por isso que muitos fabricantes desenharam modelos de discos rígidos com carcaças de materiais anti-deslizantes ou capazes de absorver as vibrações ocasionadas por um golpe. No entanto, é importante ter em conta que tanto estes tipos de carcaças como muitas outras, impedem a correcta dissipação do calor que gera o disco rígido quando está em funcionamento, o qual tira fiabilidade ao dispositivo.

Para isso, os técnicos recomendam adquirir um disco de 2.5’’ para facilitar a mobilidade, mas advertem que não é aconselhável usar este tipo de dispositivos para fazer cópias de segurança nem tê-los conectados de forma prolongada ao equipamento.

Todavia, se o que precisarmos é um disco rígido que habitualmente permanecerá imóvel e onde armazenaremos a nossa informação mais valiosa, podemos optar por um disco rígido de 3.5’’ (instalados normalmente nos computadores de secretária). Este tipo de dispositivos podem ter varios tipos de conectividade (USB, Rede, Fireware…) e possuem cabo de alimentação com transformador, isto é, não se alimentam através do USB. Além disso, as maiorias das carcaças que usam estes dispositivos permitem uma melhor ventilação, garantindo a correcta refrigeração do disco.

Se a nossa principal preocupação reside em conseguir a máxima seguridade para os nossos dados, os técnicos aconselham um dispositivo com vários discos rígidos de 3,5’’ os quais permitam duplicar a informação armazenada, oferecendo mais garantias de recuperação no caso de que algum dos discos falhasse. O único inconveniente que apresenta estes dispositivos é que exigem uns conhecimentos informáticos um pouco mais avançados.

Independentemente de movermos ou não o dispositivo, os técnicos sugerem adquirir um dispositivo com um sistema de encriptação de dados para a confidencialidade da informação. Actualmente existem no mercado muitos dispositivos que apresentam esta funcionalidade, encriptando a informação de forma lógica e, também, com um sistema de autenticação física para poder acceder aos dados, como por exemplo, a impressão digital do usuário.

cómo elegir el mejor disco duro. Ejemplo de RJ-45 para discos duros

RJ-45 para discos rígidos

Cómo elegir el mejor disco duro. Ejemplo de Fireware para discos duros

Fireware para discos rígidos

4. Conectividade e funcionalidade

Além da capacidade e o tamanho ou tipo de dispositivo, devemos prestar atenção ao tipo de conexão do disco rígido para se adaptar às nossas necessidades. A mais habitual é a porta USB, já que é um tipo de conexão comum a múltiplos dispositivos informáticos. Entre as distintas possibilidades que oferece a conexão USB, a mais rápida e atual é a 3.0.                 

Portanto, se precisarmos copiar rapidamente informação no nosso disco rígido externo, os técnicos aconselham escolher dispositivos com dita conexão, desde que o equipamento onde vai ser conectado o dispositivo tenha portas USB deste tipo. Caso contrário, não servirá de nada que o disco rígido tenha uma conexão rápida, se o equipamento não estiver preparado para isso.

Cómo elegir el mejor disco duro. Ejemplo de HDMI para discos duros

HDMI para discos rígidos

Cómo elegir el mejor disco duro. Ejemplo de Puerto HDMI para discos duros

Porta HDMI para discos rígidos

Si estamos interesados en compartir información con otros usuarios, los técnicos sugieren adquirir un dispositivo que permita conectarse en red (bien sea por RJ- 45 o de tipo inalámbrico), para que podamos acceder a la información desde varios equipos. Utilizar este tipo de discos duros no es demasiado complejo, sólo necesitamos conectar el dispositivo al router, situándolo cerca de él y elegir cómo queremos compartir los datos.

Otra posibilidad es elegir un disco duro con conectividad por Firewire o i.Link (IEEE 1394) que es un estándar especialmente utilizado en dispositivos de la marca Apple y Sony, pero dado que la velocidad de esta conectividad ya ha quedado superado por el USB (el FireWire mas rápido permite una velocidad de 400 MB/s y el USB 3.0 de 600 MB/s) solo sería recomendable en el caso de tener un dispositivo que necesite este tipo de conexión.

Por último, si además de almacenar datos en nuestro dispositivo, estamos interesados en utilizarlo para ver contenido audiovisual, debemos elegir un disco duro multimedia. Este tipo de dispositivos generalmente cuentan con conexión USB para la escritura de datos y además, se conectan a nuestro televisor, DVD, monitor o proyector mediante diversos tipos de conexión: desde la más nueva y de alta definición conocida como HDMI a los clásicos RCA o Euroconectores.

Si estamos interesados en ver imágenes o vídeo en alta definición, los técnicos aconsejan elegir un disco duro multimedia con conexión HDMI. Eso sí, es importante tener en cuenta que, como ocurría al hablar de la conexión USB 3.0, para aprovechar las ventajas de este tipo de conexión debemos contar con un monitor o televisor que permita la entrada de datos a través de un cable HDMI.

 

Fuente: Recovery Labs.